Slay the Spire: é hora do duelo!

@lucca-cardoso

Na primeira que abri o jogo, Slay the Spire parecia, para mim, ser mais um indie pretensioso e demasiadamente complexo com uma curva de dificuldade exagerada. Por algum motivo, senti que seria um daqueles jogos feitos para “gamers de verdade”, daqueles que acham que um jogo tem que necessariamente ser extremamente difícil para ser digno, e daqueles que não têm paciência com iniciantes. Felizmente, para a minha surpresa, o jogo foi o completo oposto desse tipo de jogo, com um sistema de jogo simples, mas que mesmo assim consegue ser difícil quando necessário.

Selecionando o único personagem disponível de início, O Rígido, o jogador começa sua aventura na primeira batalha. O baralho jogável é bem simples, consistindo primariamente de cartas GolpeDefender, que causam dano ou adicionam proteção, respectivamente. Ao fim de cada batalha, recebem-se recompensas, nomeadamente moedas e uma carta escolhida entre três aleatórias para se adicionar ao baralho, e possivelmente uma poção. Em batalhas contra inimigos de elite, também se recebe uma relíquia.

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O jogador vai montando seu baralho gradualmente, à medida que vence batalhas.

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